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Retornar ou não retornar o ensino presencial, eis a questão.

Retornar ou não retornar o ensino presencial, eis a questão.


Retornar ou não retornar o ensino presencial, eis a questão.

A necessidade da reinvenção humana em momentos de crise é uma tomada de decisão coletiva e individual. Isto é, as novas realidades pandêmicas geram novos hábitos sociais e por conseguinte novos saberes e fazeres. É nesse contexto  que inserimos o fazer Educação na Escola durante e após a pandemia da covid19. Precisamos nos atentar que não há como realizar a transposição total do antigo ensino presencial para o ensino remoto atual da pandemia. O momento não é para quantidade de conteúdos, mas a qualidade dos conteudos curriculares. 

O que significa educar na pandemia na realidade da favela e dos suburbios do RJ?

1. Programa inter setorial e integrado das 3 esferas governamentais (municipal, estadual e federal);
2. Permanência do auxilio emergencial;
3. Criação e permanência do auxilio a Tecnologia Digital (Internet  e Aparelhos digitais) aos estudantes e professores das redes publicas de ensino no Brasil.
4. Programa de atendimento a saúde mental aos trabalhadores da educação e alunos durante e após a pandemia;
5. Fiscalização as empresas prestadoras dos serviços de Comunicação Digital nas areas dominadas pelos poderes paralelos ao Estado;



O Brasil apesar da ampla experiência em campanhas de vacinação  e do sistema único de sáude, o SUS, atravessa um vexame internacional  na área de Gestão enfrentamento a covid-19.  Diante da escassez dos insumos básicos para a produção da vacina e dos insumos básicos para o processo de enfrentamento na covid19 dentro das unidades hospitalares, nos conscientizemos que a vacinação em massa atravessará todo o ano de 2021 e inicio de 2022. Além disso, já  recebemos noticias por todos os  tipos de midias sobre a cultura do furar fila da vacina. 
Nas grandes cidades os grupos vulneraveis e prioritários nos programas de campanha de Vacinação são os idosos. Os professores e trabalhadores da educação não foram incluídos. Os professores sendo  trabalhadores essenciais devem ser vacinados na primeira fase da camapanha de vacinação.
Diante do contexto relatado: - Quem são esses prefeitos e empresários que enviam seus profissionais da educação para o campo de morte da covid-19? Realmente as crianças precisam de escola? E as mães e pais precisam trabalhar - e a renda minima universal e o auxilio emergencial?

 Tudo preciso ser revisto.

 O caminho não é abrir a escola, não é enviar o trabalhador da educação para o campo minado do front da guerra .💣 Realmente, as crianças seguirão os protocolos de distanciamento proposto pela Organização Mundial de Saúde, OMS? Depois  de tantos meses afastados dos seus colegas de turma? Só diz sim, que não conhece essa realidade da sala de aula brasileira! Os governos irão reformular as escolas com número de recursos humanos e recursos financeiros ADEQUADOS para seguir de forma prática e honesta os protocolos de segurança ao combate a covid-19?

 Outra avalanche de publicações no Google sobre o crime de permanecer as escolas fechadas em 2021.
Mas, quem são os defensores do retorno das aulas presenciais?  A primeira pergunta é eles são conhecedores da realidade das escolas públicas antes da pandemia? Estão ciente que a grande maioria das escolas públicas no Brasil é uma ilha de ausência ( profissionais, recursos básicos como internet, água, papel e caneta para escrever no quadro)? Acredito que não!
👉 Quem defende o atual retorno das escolas públicas nunca  vivenciou essa (dura) realidade.


Nesse sentido duas recentes publicações contribuem para a nossa atual reflexão publicada pela escritora Eliane Brum, O que significa cuidar de filho numa pandemia?; E a outra sobre, a questão da confiança presente no artigo publicado por João Borges. As duas narrativas  problematizam pontos distintos na pandemia da covid-19, convergindo na abordagem de pontos com pouca  menção durante o debate público:  obrigar o ensino presencial sem condições de executá-lo para quê; e a adoção da confiança publica como eixo estrategico ao retorno presencial das aulas. Voltar para quê? Para expor ainda mais os vulneráveis?

Não sei se cito essa parte da materia
"É preciso se perguntar de forma mais profunda, comprometida e honesta do que tem sido feito: abrir as escolas para quê? Para que elas continuem sucateadas, negligenciadas, aviltadas? Obrigar os professores e os funcionários a trabalhar numa pandemia, fazendo apenas o mínimo (ou no máximo o mínimo) para protegê-los, da mesma forma que os obrigam a ensinar sem condições para ensinar? Esse é um momento terrível, mas é também um momento de possibilidades. Tanto no que se refere ao destino que a sociedade dará à descoberta de que o SUS é algo precioso, que precisa ser urgentemente fortalecido, quanto ao destino que se dará à descoberta de que a escola é essencial, para muito além do que antes era percebido no cotidiano." (Eliane Brum - colunista do El pais)











o: PORTARIA Nº 41, DE 25 DE JANEIRO DE 2021 – PORTARIA Nº 41, DE 25 DE JANEIRO DE 2021 – DOU – Imprensa Nacional (in.gov.br)

#2020#2021 Editorxs.

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